Dia Internacional de Atenção à Gagueira - 22 de outubro
2011 Acesse a programação do Dia Internacional de Atenção à Gagueirana cidade de São Paulo que ocorrerá em22.10.11. Veja também o folder remodelado. Acesse o folder de divulgação nacional de 2011: Gagueira: histórias que mobilizam.
2010 Acesse a programação do Dia Internacional de Atenção à Gagueirana cidade de São Paulo que ocorreu em 23.10.10 Acesse o folder criado para o Instituto Brasileiro de Fluência - IBF, para 2010:Seu Filho Gagueja?
Dia Internacional de Atenção à Gagueira Judith Kuster é a criadora e anfitriã do site [1]que hospeda as conferências online desta data. Ela conta com o apoio de dezesseis especialistas de grande destaque na área da gagueira, que fazem parte do conselho. Em seu site, Judith Kuster expõe as bandeiras dos países das pessoas que participaram ao menos uma vez das conferências online promovidas desde 1998. São 153 bandeiras que nos demonstram a ampla aceitação que sua iniciativa obteve e também nos fazem lembrar vividamente da universalidade da gagueira, que é encontrada em todas as culturas:
Observe que a bandeira do Brasil também se encontra neste painel.
A
sigla em inglês para o evento é ISAD (International Stuttering
Awareness Day). No Brasil foi feita a versão para DIAG (Dia
Internacional de Atenção à Gagueira). Dia Internacional de Atenção à Gagueira no Brasil [2]
Desde
o início do movimento, em 1998, o Brasil participou deste evento, inicialmente
através do empenho da Dra Cláudia Regina Furquim de Andrade, professora do
Departamento de Fonoaudiologia da Universidade de São Paulo. Em 1999, no IV Congresso
Internacional de Fonoaudiologia, a Dra Isis Meira, professora da Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo, fundadora do Comitê Nacional de Fluência da
Fala, junto com a diretoria deste comitê, distribuiu folders de esclarecimento
com o mote "Encare a gagueira com seriedade. Procure um
fonoaudiólogo." Nesse mesmo ano a Dra Lucia Maria Gonzales
Barbosa, professora da UniCastelo, distribuiu o folder "Como evitar que a
disfluência natural da fala da criança se transforme em gagueira." Em 2000, a
Dra Isis Meira, ainda como presidente do Comitê de Fluência, organizou o curso
sobre gagueira ministrado pela Dra June H. Campbell, da Northwestern University
(Chicago, USA). De 2001 a 2003, continuaram a ocorrer
encontros do DIAG, nas faculdades de Fonoaudiologia e, a partir de 2004 ficou
decidido que a data passaria a ser comemorada nos Congressos promovidos pela
Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. Ou seja, de modo mais marcado o
movimento ficou restrito aos profissionais da área.
Em
2005, oitavo ano a partir da criação do DIAG, surgiu o intuito de que a
participação da sociedade no evento pudesse ser ampliada e também houve a
busca de obter uma integração dos diversos movimentos nacionais que ocorriam de
maneira isolada em muitos locais do Brasil, de modo que a campanha fosse mais
coesa e atingisse um número maior de pessoas da nossa sociedade. Os objetivos foram especificamente: - integrar ao movimento as pessoas que gaguejam e seus familiares - sensibilizar a população de modo geral para a causa da gagueira - criar uma sincronia de ações entre as diversas iniciativas - estimular novos focos de divulgação - difundir conhecimentos científicos sobre a
gagueira Um
grupo de fonoaudiólogas especializadas em gagueira se reuniu, representando as
instituições onde atuavam: - Cefac
(Ignês Maia Ribeiro) - Hospital do Servidor Público Estadual-SP (Eliana Maria Nigro Rocha) - Abragagueira
(Sandra Merlo e Daniela Verônica Zackiewicz). Essa frente social congregou e ampliou as
atuações do Dia Internacional de Atenção à Gagueira. Esse esforço conjunto
possibilitou um rápido e até inesperado vulto para a ação deflagrada. Com o tema "Gagueira não tem graça. Tem tratamento" e o apoio de diversas outras
entidades, o movimento se difundiu.
Em
2006 esse trabalho se repetiu, contando com a inserção do Instituto Brasileiro de Fluência-IBF e ampliando sua atuação, recebeu a adesão de
inúmeros outros colaboradores regionais. A partir de 2007, a Abragagueira passou a
realizar um evento paralelo, mas Sandra Merlo se manteve na equipe de coordenadoras. Permaneceram como entidades organizadoras o CEFAC, o Hospital do Servidor Público Estadual - SP e o Instituto Brasileiro de Fluência - IBF.
Em
2008 foi feita a parceria dessas três instituições com o Curso de
Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da UFRJ (Leila Nagib) e em 2009 recebemos a adesão do Conselho Federal de Fonoaudiologia. Em 2011, Anelise Junqueira Bohnen, passou a integrar a equipe de fonoaudiólogas coordenadoras e nesta data foi efetuada uma integração ainda maior com o movimento internacional dirigido por Judith Kuster. A
partir de então, o grupo se mantém, da seguinte forma:
Entidades organizadoras Cefac
Hospital do Servidor Público Estadual - SP
Instituto Brasileiro de Fluência - IBF
Curso de Fonoaudiologia da Faculdade de Medicina da UFRJ Conselho Federal de Fonoaudiologia - CFFa
[1] http://www.stutteringhomepage.com/ [2] Estes dados fazem parte de apresentação de Eliana Maria Nigro Rocha como moderadora da mesa "Gagueira, Sociedade e Mídia" no XIV Congresso Nacional deFonoaudiologia realizado em 2006 e também foram por ela atualizados e apresentados no introdução do encontro do Dia Internacional de Atenção à Gagueira de 2008.
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